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domingo, 13 de março de 2011

A Evolução de um Enxame em Caixa de Vermiculita, em 15 dias

Amigos da AME-RIO,

Vejam a evolução de um enxame de mandaçaias, colocado em um caixa de vermiculita.
As imagens falam por si, mas para um entendimento ainda melhor acrescentei algum texto em cada uma delas.

Um abraço a todos,

Pedro Paulo Peixoto,
EX-Presidente da AME-RIO













segunda-feira, 8 de novembro de 2010

GRUPO DE MELIPONICULTORES DA AME-RIO TEM 100% DE SUCESSO NAS DIVISÕES DE MANDAÇAIAS

Prezados Amigos e Associados

Hoje estamos há 13 dias do encontro da AME-RIO, onde fizemos simultaneamente divisões de mandaçaias e de uruçu amarela.
Trabalho individual, de muito valor, para todos associados e amigos, pois estavam sendo testadas as qualidades dos meliponicultores, as suas caixas racionais e as matrizes que qualificaram.
Tivemos em mandaçaias, 100% de sucesso. Considerando que as rainhas nasceram com menos 13 dias e as novas colônias já estão com dois discos de postura, foi um desempenho notável.
A uruçu amarela só deve ter sua vistoria de ninho aos 21 dias, antes é prematuro.
Parabenizo a todos, amanhã colocarei o restante das fotos, para não ficar muito cansativo, pois o texto está nas fotos.
Atenciosamente,

Pedro Paulo Peixoto
Presidente da AME-RIO













sábado, 6 de novembro de 2010

A NATUREZA FOI PREMIADA COM MAIS UM ENXAME

Abenautas e Associados da AME-RIO

Aqui dia de chuva, mesmo assim tinha que alimentar uns bebês de enxames, recém feitos.
Também aproveitei a minha velha varanda, para abrir e vistoriar aquela divisão do dia 17 de outubro, que já apresentei aos amigos do ABENA, uma mandaçaia com 10 discos, coisa rara.
Para facilitar e tornar mais clara a visualização do acompanhamento, mostro as fotos em sequência, com o texto na própria foto.

Pedro Paulo Peixoto
Presidente da AME-RIO









domingo, 24 de outubro de 2010

UM BELO EXEMPLO DE MELIPONICULTURA PARTICIPATIVA.

ABENAUTAS E ASSOCIADOS DA AME-RIO

Hoje os participantes de nosso curso de capacitação deram um "show " de técnica....
Parabenizo o Andreas , a Milena, a Sandra, o Medina, a  Mayara, o Tarciso, o Flauhaben, o Carlos Ivan.
Infelizmente lá não foram: a Rita de Teresópolis, o Fernando e a Maria Luiza, alunos aplicados e que por certo mereceriam receber, COMO OS OUTROS, colméias de mandaçaias do PROJETO DA AME-RIO.

A SEGUIR APRESENTAMOS FOTOS DAS DIVERSAS MULTIPLICAÇÕES, FEITAS PELOS ALUNOS CITADOS ACIMA. ALGUNS DETALHES SÃO MOSTRADOS PARA QUE TODOS CONHEÇAM O BELO TRABALHO REALIZADO NO NOSSO ENCONTRO.

Colméia de mandaçaia, construída em pinho (Araucária) recebe o anel nascente, o disco mater e um disco nascente, para a formação de uma nova colônia. 

Recebendo o invólucro

Colméia já posicionada, a ficha da multiplicação está sendo preenchida.

Associados examinando colônias.

Disco de Uruçu Amarela, com mais de 700 células e 16 cm de largura. O disco embaixo é ainda maior.

Disco mater, posicionado para a formação de uma nova colônia.

O anel nascente saiu muito partido e foi colocado sobre o disco mater.

O MANEJO DE UMA CAIXA MUITO FORTE E COM MAIS DE 4 ANOS É UMA TAREFA BASTANTE DIFICIL PARA QUEM FAZ SUAS PRIMEIRAS TENTATIVAS DE DESDOBRA.
A CAIXA ESTAVA REPLETA DE MEL.QUE TEVE DE SER TOTALMENTE EXTRAÍDO.
TRABALHOU NESTE ENXAME O CARLOS IVAN.
Gesimar e José Winckler extraem o mel de outra colônia, para possibilitar o acesso ao ninho.
ABAIXO PODEMOS VER 4 VIDROS JÁ RETIRADOS E NEM A METADE DO MEL FOI COLHIDO. ESTE É MAIS  UM ENXAME FORTISSIMO DE URUÇU AMARELA, O DELICIOSO MEL COLHIDO ENTROU EM JULGAMENTO, COM 3 AMOSTRAS DE MÉIS ENVIADAS PELO O ATIVO E COMPETENTE MARCO PIGNATARI, COMO SE PODERÁ VER NAS MESAS DE DEGUSTAÇÕES

UM DESTES VIDROS DE MEL DE URUÇÚ VAI PARA O MARCOS PIGNATARI E OUTRO PRO KALHIL, UNICA MANEIRA DELES SABEREM A QUALIDADE DO MEL E OESMERO NA COLHEITA EFETUADA COM O EXTRATOR MANUAL DA AME-RIO.
ISSO SE REFLETE NUMA DELICIA DE DEGUSTAÇÃO

AMOSTRAS DE MEL EM JULGAMENTO (A)

Hoje com um número menor de participantes, liberalizamos um pouco mais a degustação, cada provava, quantas vezes quisesse, cada uma das amostras, usando uma pipeta e a sua própria colher. 

Amostra (C), mel do Marco Pignatari. 
Na mesma foto aparece o mostruário do material doado pela professora venezuelana, Dra. Patricia em seu curso realizado no simpósio de Natal - RN.

Amostra (D), também mel do Marco Pignatari, junto com exemplo da Cédula de Julgamento.
Ao final todos preecheram a Cédula, inclusive a Mayara, usando toda a experiência de seus 10 aninhos. 

Amostra (E), mel de Uruçu Amarela colhido pelo Carlos Ivan, daquela caixa com discos gigantes, apresentada anteriormente.

Amostra (F), mel de Uruçu Amarela, colhido pelo Gesimar e o Winckler.

O pessoal da AME-RIO, faz estas degustações com muita liberdade, mas elas são levadas a sério, no final todos preenchem corretamente as cédulas de julgamento.

VEJAM QUE BELA FOTOGRAFIA DA MELIPONICULTURA DO RIO DE JANEIRO

No final o Carlos Ivan nos ofereceu uma aula de como construir caixas em vermiculita, na foto uma caixa INTELIGENTE, com dimensões corretas para abelhas mandaçaias.
Vejam a ótima aparência dessa caixa, ela foi sorteada entre os presentes, ganhou-a o Andreas, que ficou muito contente e prometeu acompanhar o desenvolvimento de uma colonia, de forma a oferecer  subisídios para o Carlos Ivan.


Carlos Ivan, assessorado pelo Medina, tendo como fotógrafa a Mayara.

Essa aula será assunto de uma próxima postagem, onde será detalhada totalmente a construção das caixas em vermiculita.
A AME-RIO também ganhou uma caixa e brevemente iremos iniciar os nossos testes.
Agradeço de público ao Carlos Ivan, em nome da AME-RIO.

Pedro Paulo Peixoto
Presidente da AME-RIO

sábado, 8 de maio de 2010

CAPACITAÇÃO DE MELIPONICULTORES - Aula 3 - Desdobramento de Enxame de Mandaçaia


Prezados Internautas e Participantes do curso de CAPACITAÇÂO DE MELIPONICULTORES

Os desdobramentos desta aula serão executados em um enxame de mandaçaias gerado em 21 de setembro do ano passado (2009).
Muito interessante porque ofereci, naquela época o enxame mãe (FOTO 1) ao grupo Abena, com a pergunta: Você dividiria este enxame?
Então meus amigos, 8 meses para se ter a demonstração da teoria dos desdobramentos "corretos".








FOTO 1
A melhor opção para as desdobras será sempre:
Quando selecionarmos os maiores discos do enxame mãe com crias nascentes, para constituírem o ninho do novo enxame. (ALÉM DE CONDIÇÕES CLIMÁTICAS FAVORÁVEIS E ENXAMES FORTES).
Seriam na FOTO 1 os discos 3 e 4 (que nesta época, ainda não estavam "maduros" como se desejava).
Então aguardamos do dia 03/09 ao dia 21/09 do mesmo mês, fizemos a nova vistoria exploratória e nova foto, FOTO 2. Como estava favorável realizamos a desdobra nesse dia, que servirá para este estudo de evolução de um desdobramento.

FOTO 2
Importante também constatar as seguintes informações:
1- A rainha em setembro, primavera, aumenta significativamente a postura, vejam o tamanho do disco 1 na FOTO 2, tornou-se o maior de todos os discos. Este aumento seria levado proporcionalmente a todos os discos, se não interferíssemos no equilíbrio deste enxame, com um desdobramento artificial.
Nos enxames para produção de mel, ou nos enxames que não são continuamente divididos, os discos aumentam, significativamente, o seu tamanho e a população do enxame alcança os maiores níveis. Uma coisa fantástica é este instinto da rainha de patrocinar e regular a sua postura pelas variáveis, população necessária a produção de alimento e escassez de alimento. Quando diminuímos a população por retirada de campeiras nos desdobramentos impostos artificialmente, também constatamos esta diminuição no tamanho dos discos.
Este mesmo enxame em estudo, desde setembro de 2009 oferecido ao público da Abena e AME-RIO, passou por todos estes percalços e suas transformações foram registradas fotograficamente.
2 - O enxame já apresenta potes de reserva de mel em maior quantidade, um dos sinais que estimulam o aumento de postura pela rainha, este estímulo também conseguimos oferecer através de uma alimentação artificial contínua, no último mês do inverno.
3 - Maior número de discos de cria nascente. Observação interessante: resulta de discos menores e posturas verticalmente distribuídas, a rainha procura manter o domínio de todo o espaço interno do invólucro, embora
menor postura. Instintivamente as rainhas diminuem a postura dos enxames evitando aumentar a população em período de escassez de alimento (inverno, isto é geral em meliponíneos).


FOTO 3
Desdobramento que resultou no enxame da "FOTO 3 A", gerado em 03 de setembro de 2010 e multiplicado em 2 de maio de 2010, com 8 discos, para figurar e culminar nas conclusões apresentadas no curso DE CAPACITAÇÃO DE MELIPONICULTORES.

4 - Fizemos a multiplicação nesta primeira oportunidade, FOTO 3, para melhor aproveitamento do clima favorável. Setembro. Influirá na recuperação do enxame-mãe e facilitará o desenvolvimento do novo enxame. Com o a possibilidade de ainda poder fazer novas desdobras dos dois enxames dentro desta mesma temporada de calor, até abril de 2010, (como realmente aconteceram).


FOTO 3 A
O mesmo enxame gerado em 21 de setembro de 2009, sendo desdobrado pela primeira vez, dia 2 de maio de 2010, no CURSO DE CAPACITAÇÃO DE MELIPONICULTORES, ao vivo para os participantes do Rio de Janeiro e pela internet para os de fora da nossa região metropolitana.

 A FOTO 4 registra a multiplicação do enxame gerado na FOTO 3.
 Glencir e Flau Haben, dia 2 de maio de 2010 no CURSO DE CAPACITAÇÃO DE
MELIPONICULTORES oferecido pelo MELIPONÁRIO-ESCOLA.


Tudo devidamente registrado e oferecido neste curso pela internet, não somente aos iniciantes, mas aos estudiosos da Meliponicultura, que não tiveram a oportunidade destes registros. 
5 - Os registros fotográficos, realizados com objetivos de pesquisa e pedagogia, em colméias expostas às condições naturais, de clima e alimentação, são muito importantes, pela credibilidade das conclusões e
passando a figurar como padrão de orientação. 
Faço públicos estas imagens e estudos, por não haver semelhante, nos compêndios de Meliponicultura, que freqüentam nossas bibliotecas, não sei se por óbvios, ou de fácil dedução, que tenham dispensado comentários. Mas acho-o bastante relevante e útil aos iniciantes e outros veteranos que valorizam estes trabalhos sistemáticos.
6 - A nossa aula de desdobramento será exatamente sobre o enxame gerado neste desmembramento da aula 3, mandaçaia, executado na presença de 2 participantes, Flau Habe e Glencir, FOTO 4 , ambos associados da AME-RIO. 
Já o enxame mãe foi dividido na primeira aula deste curso, com a presença inclusive, do abenauta Heráclito de Brasília, Rita e Fernando, Glencir e Antonio Abreu, Carlos Ivan e Walter Gressler. Disponibilizarei esta foto, como amenidade, pois este documentário está sendo disponibilizado no Blog da AME-RIO, tal a importância que julgo ter para os iniciantes, ou estudiosos da biologia das ASF.
A continuidade de estudo de um mesmo enxame é gratificante, pois vem confirmar as expectativas e criar regras práticas, confiáveis.


Percebam a evolução dos nascimentos, os discos mater, vão se tornando anéis nascentes, e, assim, vão nascendo abelhas... sempre de baixo pra cima, no caminho da postura da rainha.


ESTA AULA CONTINUA COM O DETALHAMENTO DESTA ÚLTIMA DIVISÃO PELA  INTERNET AOS INSCRITOS. Também neste BLOG, dentro de alguns dias.


Se foi útil, ofereça-nos seu comentário.


Pedro Paulo