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quarta-feira, 27 de julho de 2011

O Professor ganhou mais um aluno.

Amigos da AME-RIO,


Em meados do mês passado recebi um e-mail que pedia informações sobre os próximos eventos de nossa associação. Respondi e convidei a pessoa a participar de nossa reunião mensal.


Este mês recebi um novo e-mail, em que a pessoa dizia não ter podido participar da reunião anterior e queria saber quando seria a próxima. Respondi que seria no dia 30 de julho, desta vez na Penha, aqui no Rio de Janeiro (Reunião da AME-RIO de Julho será no dia 30).


Voltei a receber um e-mail da mesma pessoa, dizendo que infelizmente não teria como participar da reunião do dia 30, mas gostaria de fazer uma visita ao Meliponário Escola e conversar com algum meliponicultores. Inclusive sugeriu a data de sexta-feira, dia 22 passado, para fazer a visita. Respondi que precisava consultar o Pedro Paulo Peixoto, que é o dono do Meliponário Escola. Atualmente o Pedro Paulo é o Presidente do Conselho Fiscal de nossa associação, mas o que ele mais faz e o que gosta mesmo é dividir seus conhecimentos, principalmente com novos meliponicultores.  


Então eu já previa a resposta, quando lhe repassei a mensagem recebida. O Pedro Paulo, prontamente acedeu ao pedido e confirmou que poderia receber a visita na data escolhida.


Quem estava querendo nos conhecer era o Paulo Sérgio Oliveira Silva, que está completando seu Bacharelado em Biologia na Universidade Federal Fluminense e pretende fazer sua monografia final com base nas Abelhas Sem Ferrão, para isso ele quer conhecer um pouco mais sobre o "mundo da meliponicultura" e sobre os anseios dos meliponicultores. 


O Paulo Sérgio já tem o diploma de licenciatura, faltando apenas a monografia para sua diplomação como Bacharel em Biologia e ele disse acreditar que um dedinho de prosa com meliponicultores da AME-RIO seria bastante interessante para consolidar algumas idéias que ele tinha para seu projeto.


Eu resolvi acompanhar o Paulo Sérgio na sua visita ao Pedro Paulo e ao Meliponário Escola.


Na sexta feira, quando eu cheguei, o Pedro Paulo já tinha conversado bastante com o Paulo Sérgio e já os encontrei futucando nas caixas de abelhas sem ferrão do Meliponário.


Aqui vemos o Pedro Paulo abrindo uma caixa de Uruçu Amarela (Melipna rufiventris)

E o Paulo Sérgio acompanhando com muita atenção.

Ninho das uruçus amarelas, visto de cima.

Visão lateral do ninho.


O Pedro Paulo aproveitou para mostrar ao nosso visitante as características dessa caixa e a facilidade de acesso ao ninho que ela oferece. Essa é a caixa mais comumente utilizada no Meliponário Escola e me parece a melhor para quem se propoe a apresentar com detalhes como são os ninhos de nossas abelhas, sua estrutura e os seus diversos elementos. 


Nessa caixa conseguimos expor totalmente o ninho.

Aqui vemos o Pedro Paulo, abrindo o invólucro, de forma a expor os discos de cria.

Ninho aberto.
O cerume do invólucro precisa ser preservado para facilitar o posterior fechamento do mesmo.

Discos de inverno, bastante interessantes.

Esta foto foi feita pelo Paulo Sérgio e o  Pedro Paulo comentou:

"O nosso visitante vistoriou este enxame jovem, com 9 discos, de uruçú amarela:

Vejam, 9 discos, sendo apenas 3 discos de cria jovem e postura (os escuros numeros 1,2 e 3). Os demais 6 discos são de cria nascente, pequenos e ocupando todo território disponível. Isso mostra que a rainha andou depressa, colocando ovos em vários discos. 
Naturalmente prevendo o nascimennto de uma legião de campeiras logo no inicio da  primavera. Como o Paulo fez esta foto e me enviou, achei bastante oportuno oferecer estes comentários....Pois raramente trabalha-se com cx vertical"

Depois disso o Pedro Paulo resolveu apresentar as mandaçaias (Melipona quadrifasciata anthidioides) ao Paulo Sérgio.


Caixa de mandaçaias, modelo "inteligente", construída em cimento e vermiculita, inclusive o telhado.

Caixa já aberta, o Pedro Paulo está abrindo o invólucro para o Paulo Sérgio vistoriar.

Invólucro aberto com todo o cuidado. Discos de cria expostos.

Paulo Sérgio examinando, com muita atenção, o ninho das mandaçaias.

E passando os dados recolhidos para a ficha de manejo.

Outro ninho com 9 discos, para mandaçaia mostra um enxame bem forte.

Olhando essa foto, pode parecer que esse ninho tem só 8 discos, mas o Paulo Sérgio nos disse que, examinando com atenção, conseguiu visualizar um pequeno disco, também de cria jovem, abaixo dos dois discos de postura e cria jovens que estão bem visíveis nessa imagem (discos 2 e 3). 

O Paulo Sérgio conseguiu fechar o invólucro com todo o cuidado.
Agora as abelhas se encarregam do resto.

Depois de ter apresentado as Meliponas ao Paulo Sérgio, o Pedro Paulo o convidou para vistoriar a colônia de Jataís, que foi capturada em um enorme vaso de cimento e que o Medina transferiu para uma caixa racional na Reunião da AME-RIO de 25/06/2011, há menos de um mês. Vocês devem ter visto a matéria em nosso site.



Abrindo a caixa de mandaçaias.

O Paulo Sergio fotografou o ninho das Jataís;

Podemos ver que o trabalho de transferência ficou perfeito.

Até parece que o ninho está na caixa há muito mais tempo.

A melgueira estava bem cheia.
Até deu para roubarmos um pouquinho do mel para degustação.

E vocês devem lembrar que a maior parte do mel dessa jataí, o Pedro Paulo guardou para colocar no próximo concurso de méis.

Enfim, foi uma manhã bastante produtiva, acho que o Paulo Sérgio gostou bastante do que viu e ouviu. E prometeu voltar para detalhar melhor o seu projeto. Já o Pedro Paulo estava feliz que nem pinto no lixo, pois estava fazendo exatamente o que mais gosta, dividindo seus conhecimentos. O professor ganhou mais um aluno e o aluno ganhou um professor.

Vamos ver o que o Pedro Paulo disse, quando relatou no fórum do grupo Abena a visita que recebeu:

"O jovem abenauta e Biologo, Paulo Sérgio Oliveira, pretende fazer um trabalho de pesquisa com a finalidade de ingressar na meliponicultura, já contribuindo com algo mais. Hoje ele já possui jatais e disse desejar continuar com os manejos  de meliponíneos. 
Com bastante naturalidade, neste primeiro contato, assimilou as técnicas iniciais de multiplicação de meliponas. Aprendeu a identificar os discos de cria por antiguidade de postura e conseguiu fazer corretamente duas vistorias exploratórias, uma em colônia de uruçú amarela e outra num enxame de mandaçaia.
Gostaria até que o Paulo oferecesse ao nosso grupo, que tem muitos iniciantes, as fotos que bateu e a ficha que preencheu e que demonstra a facilidade que é adentrar aos conhecimentos que levam ao sucesso das multiplicações.
Sua visita foi acompanhada por nosso amigo e também abenauta o José Winckler. Logicamente, nesse dia também degustamos os méis dos enxames que iamos vistoriando.
Foi um prazer receber o Biológo Paulo Sérgio Oliveira.

Pedro Paulo Peixoto
Meliponario-Escola"



Pedro Paulo, Paulo Sérgio e José Winckler.

Eu confirmo, "foi um prazer receber o Biólogo Paulo Sérgio Oliveira Silva", para mim, com certeza, foi um prazer participar dessa recepção, ganhei mais um amigo, hoje ele era aluno, mas amanhã também vai ser professor e tenho certeza que irá partilhar seu conhecimentos com todos os meliponicultores.

Além disso, novamente tive oportunidade de partilhar bons momentos com o Pedro Paulo. 
Com certeza, nesse dia aprendi mais um pouco, principalmente a respeitar ainda mais o nosso anfitrião, que divide seus conhecimentos para multiplicar amigos.  

Parabéns Pedro Paulo.

Uga,

José Halley Winckler

sábado, 8 de maio de 2010

CAPACITAÇÃO DE MELIPONICULTORES - Aula 3 - Desdobramento de Enxame de Mandaçaia


Prezados Internautas e Participantes do curso de CAPACITAÇÂO DE MELIPONICULTORES

Os desdobramentos desta aula serão executados em um enxame de mandaçaias gerado em 21 de setembro do ano passado (2009).
Muito interessante porque ofereci, naquela época o enxame mãe (FOTO 1) ao grupo Abena, com a pergunta: Você dividiria este enxame?
Então meus amigos, 8 meses para se ter a demonstração da teoria dos desdobramentos "corretos".








FOTO 1
A melhor opção para as desdobras será sempre:
Quando selecionarmos os maiores discos do enxame mãe com crias nascentes, para constituírem o ninho do novo enxame. (ALÉM DE CONDIÇÕES CLIMÁTICAS FAVORÁVEIS E ENXAMES FORTES).
Seriam na FOTO 1 os discos 3 e 4 (que nesta época, ainda não estavam "maduros" como se desejava).
Então aguardamos do dia 03/09 ao dia 21/09 do mesmo mês, fizemos a nova vistoria exploratória e nova foto, FOTO 2. Como estava favorável realizamos a desdobra nesse dia, que servirá para este estudo de evolução de um desdobramento.

FOTO 2
Importante também constatar as seguintes informações:
1- A rainha em setembro, primavera, aumenta significativamente a postura, vejam o tamanho do disco 1 na FOTO 2, tornou-se o maior de todos os discos. Este aumento seria levado proporcionalmente a todos os discos, se não interferíssemos no equilíbrio deste enxame, com um desdobramento artificial.
Nos enxames para produção de mel, ou nos enxames que não são continuamente divididos, os discos aumentam, significativamente, o seu tamanho e a população do enxame alcança os maiores níveis. Uma coisa fantástica é este instinto da rainha de patrocinar e regular a sua postura pelas variáveis, população necessária a produção de alimento e escassez de alimento. Quando diminuímos a população por retirada de campeiras nos desdobramentos impostos artificialmente, também constatamos esta diminuição no tamanho dos discos.
Este mesmo enxame em estudo, desde setembro de 2009 oferecido ao público da Abena e AME-RIO, passou por todos estes percalços e suas transformações foram registradas fotograficamente.
2 - O enxame já apresenta potes de reserva de mel em maior quantidade, um dos sinais que estimulam o aumento de postura pela rainha, este estímulo também conseguimos oferecer através de uma alimentação artificial contínua, no último mês do inverno.
3 - Maior número de discos de cria nascente. Observação interessante: resulta de discos menores e posturas verticalmente distribuídas, a rainha procura manter o domínio de todo o espaço interno do invólucro, embora
menor postura. Instintivamente as rainhas diminuem a postura dos enxames evitando aumentar a população em período de escassez de alimento (inverno, isto é geral em meliponíneos).


FOTO 3
Desdobramento que resultou no enxame da "FOTO 3 A", gerado em 03 de setembro de 2010 e multiplicado em 2 de maio de 2010, com 8 discos, para figurar e culminar nas conclusões apresentadas no curso DE CAPACITAÇÃO DE MELIPONICULTORES.

4 - Fizemos a multiplicação nesta primeira oportunidade, FOTO 3, para melhor aproveitamento do clima favorável. Setembro. Influirá na recuperação do enxame-mãe e facilitará o desenvolvimento do novo enxame. Com o a possibilidade de ainda poder fazer novas desdobras dos dois enxames dentro desta mesma temporada de calor, até abril de 2010, (como realmente aconteceram).


FOTO 3 A
O mesmo enxame gerado em 21 de setembro de 2009, sendo desdobrado pela primeira vez, dia 2 de maio de 2010, no CURSO DE CAPACITAÇÃO DE MELIPONICULTORES, ao vivo para os participantes do Rio de Janeiro e pela internet para os de fora da nossa região metropolitana.

 A FOTO 4 registra a multiplicação do enxame gerado na FOTO 3.
 Glencir e Flau Haben, dia 2 de maio de 2010 no CURSO DE CAPACITAÇÃO DE
MELIPONICULTORES oferecido pelo MELIPONÁRIO-ESCOLA.


Tudo devidamente registrado e oferecido neste curso pela internet, não somente aos iniciantes, mas aos estudiosos da Meliponicultura, que não tiveram a oportunidade destes registros. 
5 - Os registros fotográficos, realizados com objetivos de pesquisa e pedagogia, em colméias expostas às condições naturais, de clima e alimentação, são muito importantes, pela credibilidade das conclusões e
passando a figurar como padrão de orientação. 
Faço públicos estas imagens e estudos, por não haver semelhante, nos compêndios de Meliponicultura, que freqüentam nossas bibliotecas, não sei se por óbvios, ou de fácil dedução, que tenham dispensado comentários. Mas acho-o bastante relevante e útil aos iniciantes e outros veteranos que valorizam estes trabalhos sistemáticos.
6 - A nossa aula de desdobramento será exatamente sobre o enxame gerado neste desmembramento da aula 3, mandaçaia, executado na presença de 2 participantes, Flau Habe e Glencir, FOTO 4 , ambos associados da AME-RIO. 
Já o enxame mãe foi dividido na primeira aula deste curso, com a presença inclusive, do abenauta Heráclito de Brasília, Rita e Fernando, Glencir e Antonio Abreu, Carlos Ivan e Walter Gressler. Disponibilizarei esta foto, como amenidade, pois este documentário está sendo disponibilizado no Blog da AME-RIO, tal a importância que julgo ter para os iniciantes, ou estudiosos da biologia das ASF.
A continuidade de estudo de um mesmo enxame é gratificante, pois vem confirmar as expectativas e criar regras práticas, confiáveis.


Percebam a evolução dos nascimentos, os discos mater, vão se tornando anéis nascentes, e, assim, vão nascendo abelhas... sempre de baixo pra cima, no caminho da postura da rainha.


ESTA AULA CONTINUA COM O DETALHAMENTO DESTA ÚLTIMA DIVISÃO PELA  INTERNET AOS INSCRITOS. Também neste BLOG, dentro de alguns dias.


Se foi útil, ofereça-nos seu comentário.


Pedro Paulo


sexta-feira, 7 de maio de 2010

ASF: ENCONTRO DE ESTUDIOSOS : GERAÇÕES EM HARMONIA


Abenautas, Associados da AME-RIO e AME-SAMPA

Tive a prova que nem tudo esta perdido neste mundão de catástrofes, sábado a AME-RIO recebeu um grupo de estudiosos, seus associados, para estudos das ASF..
Neste grupo de estudiosos reconhecemos um ex-reitor de Univesidade, um mestre do saber, Dr. Sergio Magarão e uma menina de 10 anos, Mayara, extremamente talentosa, aliando-se, harmonicamente, no desbravamento e emoções que temos ao adentrar as surpresas, no interior de um ninho de ASF.
Dimensionem a grandeza e a beleza que envolvem este encontro de gerações.

Pedro Paulo Peixoto
Presidente da AME-RIO
( fotos do Medina e minhas)


 















quarta-feira, 5 de maio de 2010

UM BOM PROGRAMA PARA O FERIADO

No sábado passado (01/ 05/2010) comemorou-se mais um dia mundial do trabalho, e nada melhor do que uma programação diferenciada para relaxar a mente dos cotidianos afazeres que o dever nos obriga.
Eu e minha família resolvemos investir nosso tempo livre do feriado em um programa oferecido pela AME-RJ. Uma aula prática de inspeção e divisão de melíponas. Não sei ainda se podemos classificar esta escolha como um passeio de lazer, devido a tamanha descontração e entretenimento, ou se classificaria como um dia de trabalho árduo de estudo e aprendizado. Minha filha de 10 anos diz que foi um ótimo passeio e que conheceu mais um amigo, o Sérgio.
Chegando à sede da AME-RJ, o seu presidente Pedro Paulo, já se encontrava selecionando caixas de mandaçaias para seus alunos que estavam chegando. O mestre PPP formou 4 grupos de trabalho, um por caixa de mandaçaia. Cada grupo tinha a missão de abrir a sua caixa, fazer uma janela de inspeção no ninho e preencher um relatório de vistoria.
Não há como não aprender com esta vivência, esta interação direta e com a supervisão do PPP.
A caixa que nos coube, uma das que foram adquiridas pela AME-RJ para o Projeto Mandaçaia, tinha uma porta no lado oposto ao da entrada do enxame, e por trás uma lona plástica, que fazia uma pré- vedação. Por baixo desta lona achamos uma parede de batume, com apenas uma pequena janela.
Deu pena abrir um acesso naquela parede, foram muitas horas de trabalho que as bichinhas gastaram ali.
Depois de desimpedido o caminho, pudemos ver a caixa por dentro. Um ninho bem formado, não haviam abelhas por fora da lamela, bom suprimento de potes de mel à esquerda, isca de forídeos desativada à direita.
Reparem no exagerado trabalho de vedação que estas meliponas realizaram em uma fresta lateral da caixa.
Abrimos a janela de inspeção do ninho conforme ensinamentos que já havíamos recebido. Sempre com o maior cuidado possível, de modo a deixar o material retirado apto para a recolocação na fenda aberta. ( O trecho de lamela retirado encontra-se estendido à esquerda )
O ninho tinha discos com boa aparência, mas não em estágio para uma desdobra ideal. Pudemos calmamente perceber cada detalhe de formação e amadurecimento de cada disco, e entender o ciclo das abelhas.
A cada grupo também foi solicitado fazer o relatório das demais caixas abertas pelos companheiros.
Ao final da rodada de inspeções, o representante de cada grupo relatava aos demais as suas impressões da caixa, e trocávamos figurinhas com os demais grupos, que também fizeram a inspeção da mesma caixa.
PPP terminava as observações com a sua própria inspeção final. Muitos acertos, erros, dúvidas sanadas, curiosidades respondidas, observações ressaltadas, coisas que só esta vivência direta, simultaneamente com enxames em diversas condições de amadurecimento, poderiam oferecer. Claro que a didática e experiência de um professor gabaritado também é crucial para que o resultado seja bem aproveitado por alunos de todas as idades.
Para terminar este dia de aula/lazer, fizemos uma pausa para o almoço e depois, de quebra, fizemos inspeções conjuntas de mais dois enxames de Jataí. Como sempre, aprendemos com as observações dos detalhes desta espécie, como coloração dos discos conforme o amadurecimento, sentido de crescimento do ninho e muito mais. Pudemos ainda, com a lembrança das inspeções das mandaçaias fresca na cabeça, comparar particularidades de postura, disposição coloração dos enxames destas duas espécies.
Realmente esta oportunidade, para quem é iniciante, é extremamente proveitosa e prazerosa. Bom fica ainda a dúvida. Eu e Sandra achamos que foi muito divertido, Mayara chegou em casa querendo dividir a caixa de jataí dela !!!!